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sexta-feira, 11 de abril de 2014

CURRICULUM VITAE

:: JOANA D'ARC FERNANDES COELHO
     CADEIRA 21

1) - IDENTIFICAÇÃO DA ACADÊMICA:

NOME: Joana D’arc Fernandes Coelho, Escritora, Assistente Social, pesquisadora, professora universitária aposentada ( Ver mais no Currículo
NATURALIDADE: Mossoró-Rn
FILIAÇÃO:
INSTRUÇÃO: Graduada em Serviço Social pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte – UERN,
PROFISSÃO: Assistente Social e professora, aposentada.
ACADÊMICA DA AFLAM – CADEIRA: 21
PATRONA: Bárbara Heliodora Guilhermina da Silveira
FUNÇÃO QUE EXERCEU NA AFLAM: 1ª Secretária 2012 /214
FUNÇÃO QUE EXERCE NA AFLAM: Presidente biênio 2014/ 2016

2) – OBRAS PUBLICADAS:
- Importância do Serviço Social no Planejamento Social - Coleção Mossoroense
- A Coleção Mossoroense – Fragmentos de sua História (Plaqueta) - Coleção Mossoroense

- Textos sobre variados temas, publicados em Jornais, Sites e Revistas.

3) – CARGOS – ATIVIDADES EXERCIDAS NOUTRAS INSTITUIÇÕES:

4) - OUTROS CURSOS – FORMAÇÃO ACADÊMICA:

5) – RECONHECIMENTO - CONDECORAÇÕES:

6) - COMO E QUANDO DESCOBRIU QUE TINHA VOCAÇÃO PARA AS ATIVIDADES LÍTERO-ARTÍSTICAS: 

A descoberta desse tipo de vocação se ascendeu no percurso de minha vida acadêmica como professora universitária da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), durante um período de 30 anos, incluindo-se a área do conhecimento e da produção científica quanto o exercício da pesquisa.




quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

BÁRBARA HELIODORA GUILHERMINA DA SILVEIRA

A ocupante da Cadeira 21 da AFLAM, a acadêmica AMÉRICA FERNANDES ROSADO MAIA, deu início a pesquisa sobre a História de Vida de BÁRBARA HELIODORA GUILHERMINA DA SILVEIRA,Patrona da cadeira 21 da AFLAM. A conclusão dessa Biografia, bem como o “ELOGIO” à citada Patrona, ficará sobre a responsabilidade da futura acadêmica que vier a ocupar a cadeira 21 da AFLAM.

     BÁRBARA  HELIODORA GUILHERMINA DA SILVEIRA, nasceu em São João Del Rei, Minas Gerais, em 1759.
     Ousada para a época, Barbara foi a primeira poeta brasileira. Culta e revolucionária, Bárbara foi uma mulher que, em toda sua vida, agiu com coragem e fibra. Aos 20 anos se apaixonou pelo poeta Alvarenga Peixoto. Da paixão, nasceu Maria Ifigênia.
O casamento só aconteceu depois do nascimento da menina e Bárbara manteve o nome de solteira. A ligação entre os dois foi marcada pela harmonia e companheirismo. O casal teria, ainda, outros três filhos.
     Bárbara e Alvarenga Peixoto participaram da organização da inconfidência do país.
     Segundo Aureliano Leite, no livro "A Vida Heróica de Barbara Heliodora", a presença de Bárbara foi fundamental na vida de Alvarenga Peixoto:"...Ela foi a estrela do norte que soube guiar a vida do marido, foi ela que lhe acalento o seu sonho da inconfidência do Brasil…quando ele, em certo instante, quis fraquejar, foi Bárbara quem o fez reaprumar-se na aventura patriótica. Disso e do mais que ela sofreu com alta dignidade fez com que a posteridade lhe desse tratamento de Harmonia da Inconfidência’’.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

DISCURSO PROFERIDO POR OCASIÃO DA POSSE DAS INICIADAS

Acadêmica Joana D´Arc Fernandes Coêlho
AFLAM – Cadeira 21
       Saúdo a todos os presentes na mesa diretiva já nominados, através da pessoa do prof. Dr. Benedito Vasconcelos
Inicialmente, quero manifestar a minha grande satisfação por ter sido escolhida para representar, nesse evento, todas as iniciadas acadêmicas na AFLAM.
       Saibam todos voces que nos sentimos bastante honradas por podermos ingressar na Academia Feminina de Letras e Artes Mossoroense – AFLAM, ao mesmo tempo cientes de que iremos contribuir através de nossa partilha, para o fortalecimento da estruturação e  edificação desse moderno templo de excelência de apenas 04 anos de existência, onde se investe do poder da transmissão do conhecimento da ciência, da técnica, das artes, recursos estes que possibilitam o processo da construção, desconstrução e reconstrução dos conceitos e pensamentos pela diversidade de novos paradigmas, formulados pelos cidadãos e cidadãs na ambiência das ideías enquanto seres planetários.
       Fernando Pessoa em suas inspirações literárias profetizou que deus quer, o homem sonha e a obra nasce.
Usando essa máxima como metáfora, eu diria que deus quis, algumas mulheres idealistas ou não, sonharam ousadamente e a obra nasce como uma academia feminina de letras e artes mossoroense, arquitetada para se edificar como um templo da sabedoria. 

domingo, 24 de junho de 2012

A SAGA DA FRONDOSA OLIVEIRA

 Joana d´Arc Fernandes Coêlho
 AFLAM – Cadeira 21
      Há um tempo de duração para cada espécie de vida, no planeta Terra, seja animal e/ou vegetal. E, na construção dinâmica dessas vidas sempre se estabelece de várias formas, o estado de coisas circunstanciais e existenciais.         
      A lenda conta que a origem da Oliveira surge de uma disputa entre duas divindades: Poseidon, rei dos mares e Palas Atenas deusa da sabedoria, que disputavam a conquista de terras. Os deuses decidiram que aquele que apresentasse aos mortais um presente de utilidade, seria o vencedor.  Poseidon fez surgir das águas um belo e forte cavalo, e Palas Atenas por sua vez oferece a Oliveira capaz de produzir óleo para iluminar as noites e suavizar a dor dos feridos, fornecendo alimento rico em sabor e energia. Os deuses decidiram que a  Oliveira era mais útil aos mortais, passando, por esse motivo, a ser conhecida como símbolo da vitória, da paz e da prosperidade. É uma das plantas mais antigas da Terra, cultivadas pelo homem. Não possui tradição no Brasil. A Oliveira cientificamente é conhecida como Olea europaea L., (família Oleaceae).
     Numa certa época de um longínquo tempo, existia num determinado espaço urbano, uma casa ladeada de um grande quintal localizada numa cidade, que se fundia com a paisagem fenomênica da mãe natureza. Entre a cidade com os seus movimentos e os mistérios do céu onde o sol, a lua, as estrelas e outros seres que se movimentavam pelos ares, e que conviviam através de uma agradável atmosfera, havia uma bela e frondosa árvore de Oliveira produzindo e beneficiando o seu habitat.
     A sua história aconteceu nesse pequeno espaço, de um convívio doméstico, urbano sendo cuidada e acolhida com muito zelo, pelos seus proprietários, pelos pássaros e insetos já que alguns faziam dela a sua morada diuturna.

DE FAZENDAS À FREGUESIA, DE FREGUESIA A VILA, DE VILA Á SEGUNDA MAIOR CIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: DE MOSSORÓ MENINA Á MOSSORÓ MULHER.

 Joana D´Arc Fernandes Coêlho
AFLAM – Cadeira 21
     
        No século XVIII, numa determinada localidade, situada entre um rio e um lago de água potável, surgem varias fazendas habitadas por pequenas populações restritas a vaqueiros, criadores e procuradores, responsáveis pela administração de cada fazenda, já que os proprietários-donatários residiam em outros locais. A história conta, que as primeiras famílias a se fixarem de forma definitiva, ás margens do rio, se espalhando por outras localidades, foram as Gamboa, Guilherme e Ausentes. A privilegiada condição físico-geográfica da localidade era favorável a habitabilidade, atraindo outras famílias, como a do português Antonio de Souza Machado, Sargento Mor, proprietário da Fazenda Santa Luzia, que nos seus desejos ansiava povoar o local, fato esse que se consagrou através da construção de uma capela, que levaria o mesmo nome da fazenda, sendo fundada oficialmente, em 05 de agosto de 1772. Esse marco histórico deu inicio á construção do embrião de um povoado advindo da concentração das fazendas, da busca pela extração do sal, já que entre cartas e documentos foi atestada, pelos idos de 1600, a existência de salinas na região. No continuum da evolução histórica, esse pequeno povoado, passa a ter a posse da terra como exercício da cidadania, dando assim vida ativa ao território, se concretizando as relações sociais, as relações de vizinhança e solidariedade e as relações de poder.
       Antes da cidade houve a pequena povoação, a aldeia, a capela. De Fazenda denominada de Santa Luzia ao status de Freguesia. Na freguesia a população mesmo muito restrita, situada nos arredores da capela, começa a desenvolver um processo de relação simbiótica entre povoado e território e, dessa relação inseparável foi se construindo uma nova interpretação sobre a própria dinâmica do cotidiano vivido entre as pessoas, o território e as peculiaridades da localidade. O lugarejo cresce, deixando para trás o status de freguesia, pela conquista de um novo status social e político, sendo elevado á categoria de Villa, legitimada mediante a proclamação da lei Nº 241, em 15 de março do mesmo ano. 

MULHER ATUAL - RECONSTRUÇÃO DE UM MODELO DE SUBMISSÃO

 Joana d´Arc Fernandes Coêlho
AFLAM – Cadeira 21

      Na Idade Média, as opiniões e os conceitos prevalentes sobre as mulheres foram elaborados pelos eclesiásticos dotados de uma visão dicotômica expressa nas figuras da mulher culpada pelo pecado original (Eva, personificada como a pecadora), ou de bruxas que conspiravam dominar o mundo; e, por outra, contraditoriamente, a enaltecida como a Virgem Maria, a mãe do salvador. Os textos teóricos do cristianismo foram referências para os homens da época, cujas idéias eram fixadas na figura da mulher como criatura débil e sensível ás tentações do demônio. Por conta do estereotipo dessa imagem, a história da mulher na Idade Média fez parte de um tempo de grande desprestígio pelos historiadores. A economia colonial gerou a formação de uma sociedade, na qual a mulher ocupava uma posição bem inferior em relação ao homem, tanto econômica como socialmente, o que a fez permanecer á margem da sociedade e da historiografia brasileira.
      Essa construção da identidade feminina concebida muito antes do cristianismo, foi assegurada pelo mesmo, atravessando séculos, fato que concorreu para fortalecer o poder do homem.  Todo esse tempo, período que se estende até o século XVIII, foi considerado como um estigma muito pesado para as mulheres.

terça-feira, 24 de junho de 2003

FRAGMENTOS DE SUA HISTÓRIA (Plaqueta)

TITULO: A Coleção Mossoroense – Fragmentos de sua História (Plaqueta)
AUTOR:
 Joana D’arc Fernandes Coelho
 

EDITORA: 
Coleção Mossoroense – Série “B” Número 2490 - 2003I


ANO DA PUBLICAÇÃO: 
2003 

Nº DE PÁGINAS: 
21


sábado, 24 de junho de 1978

IMPORTÂNCIA DO SERVIÇO SOCIAL NO PLANEJAMENTO SOCIAL

TÍTULO: Importância do Serviço Social no Planejamento Social

AUTORA: 
Joana D’arc Fernandes Coelho e Sandra Maria da Escóssia Rosado


EDITORA: 
Coleção Mossoroense – Volume LXXXVI 


ANO DA PUBLICAÇÃO: 
1978 


Nº DE PÁGINAS: 94

CAPA:
SINTESE DA OBRA: